01.09.2008 Atualizado 14:23hs
Meta do GDF é zerar o déficit até 2010
Meta do GDF é zerar o déficit até 2010
O Governo do Distrito Federal criou uma secretaria para cuidar exclusivamente da questão habitacional. O titular da pasta, deputado Paulo Roriz (DEM) informou que, no início do próximo ano, haverá um aporte de R$ 30 milhões da Caixa Econômica para possibilitar o avanço na execução da política habitacional lançada no último mês de maio. “Esse dinheiro é justamente para começar a fazer a construção de pequenos prédios, a exemplo dos que hoje existem em Santa Maria e Samambaia, para que possamos fazer a venda para famílias de baixa renda”, ressalta.
No ano passado, por ocasião do Dia da Habitação, comemorado em 21 de agosto, o governo anunciou que tinha por desafio zerar o déficit habitacional do DF até 2010, ou seja, até o final da atual gestão.
A lista de candidatos à moradia tem mudado desde o lançamento do programa habitacional do atual governo, em 15 de maio. Dos cerca de 120 mil nomes inscritos, 1.700 já foram convocados para recebimento de lote e 20 mil foram excluídos após cruzamento de dados com a Secretaria de Planejamento, o que apontou a existência de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em nome dessas pessoas. Outros quatro mil servidores do GDF que apresentavam renda superior a 12 salários mínimos também foram excluídos.
O déficit habitacional no DF é de aproximadamente 128 mil moradias, sendo destes, 122 mil na área urbana e seis mil no setor rural. Os dados constam na última pesquisa encomendada pelo Ministério das Cidades à Fundação João Pinheiro. Segundo o estudo, entende-se como déficit habitacional “a noção mais imediata e intuitiva de necessidade de construção de novas moradias para a solução de problemas sociais e específicos de habitação detectados em certo momento”.
Entre as primeiras ações do novo secretário estão regularizar as cidades que não têm ainda registro, como São Sebastião, Paranoá e Itapoã; e regularizar a situação de cerca de 150 mil pessoas que construíram suas casas em lotes doados por governos anteriores, mas não possuem suas escrituras. Outra questão será a construção de moradias para a área social.
Fonte da Reportagem: http://www.comuniweb.com.br/?idpaginas=20&idmaterias=359318


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